Professor de Graduação e de Pós Graduação da FDRP - USP e Bacharel em Teologia pelo Instituto Teológico de São José de Rio Preto

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Professor de Graduação e de Pós Graduação da FDRP - USP, com Livre Docência em Sociologia do Direito. Bacharel em Direito pela UNESP. Bacharel em Teologia pelo Instituto Teológico de São José de Rio Preto. Mestre em Estudos Linguísticos pela UNESP, Doutor em Política Social pela Universidade de Brasília e Pós-Doutor em Sociologia do Direito pela Universidade da Picardia (Amiens - França).

 

Linhas de Pesquisa:

Sociologia do Dir., Dir. e Políticas Socioambientais; Dir. Ambiental e Sustentabilidade; Emancipação Cidadã e Políticas Públicas em países em desenvolvimento.

Linha de Pesquisa da Pós:

Desenvolvimento, democracia e instituições Racionalidade jurídica e Direitos Fundamentais na construção de um Estado Democrático de Direito.

 

Disciplinas que ministra na Graduação:

Sociologia do Direito; e

Direito Eclesiástico.

 

Trabalho na extensão Universitária:

Associação Franciscana de Proteção à Natureza "Naturae Vitae", AFPN, Brasil, sendo desta membro desde 2012, como presidente.

 

Esta é uma associação filantrópica para cuidado e proteção da natureza. Os associados não têm quaisquer vínculos empregatícios e tampouco percebem remuneração. Tem também caráter educativo e de estímulo à pesquisa ambiental

Exercício Profissional anterior:

Instituto Agostiniano de Filosofia, IAF, Brasil. Márcio Henrique foi membro do instituto no ano de 2008, onde ministrou a disciplina de Epistemologia e de Filosofia da Linguagem;

 

Projeto de pesquisa em Direito e Organizações Religiosas: perspectiva sócio-jurídica.

 

O professor Márcio Henrique Pereira Ponzilacqua tem ainda vasto currículo nas áreas de Sociologia, Direito ambiental, Direito religioso e outras áreas. Para mais informações acesse:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4750830D4

 

A meditação acompanha a história do cristianismo. Nos Evangelhos – que constituem o núcleo da revelação cristã – há uma série de passagens em que se reflete a intimidade de Jesus Cristo com o Pai, nos momentos em que se recolhia em oração, especialmente no deserto. Desde os primórdios, o cristianismo se notabilizou por orações em comum, além da recomendação de práticas individuais e silenciosas de diálogo com Deus. Ainda nos albores do cristianismo, alguns homens se enfronharam em lugares recônditos para expressarem livremente sua proximidade com Deus mediante a oração. Os padres do deserto e a vida eremítica florescerá em toda parte, particularmente no Egito e na Palestina. Depois, essas expressões de vida solitária atrairá adeptos que se constituirão como cenóbios, em que a marca será a vida comum estabelecida sobre regras específicas. Assim serão as Regras de São Pacômio, de Santo Agostinho, de São Basílio e de São Bento. Todas elas reservam momentos consideráveis para a oração, em comum e à meditação, com termos variados.  Especialmente a Regra de São Bento, no Ocidente, e a Regra de São Basílio, no Oriente, tornar-se-á motrizes de vida contemplativa e silenciosa que percorrerá os séculos da história do cristianismo até os nossos tempos e se constituem como base de escolas de meditação e aprofundamento da conduta orante tanto dos monges como daqueles que deles se aproximam. Outras modalidades ou expressões contemplativas hão de emergir no seio da Igreja, como pode se observar nas ordens mendicantes (franciscanos e carmelitas, especialmente) e nos institutos de vida apostólica (tome-se como exemplo os famosos “exercícios espirituais de santo Inácio de Loyola). Toda meditação cristã, tem por base, uma presença real, que é a Pessoa de Cristo Jesus. Portanto, é um dialógo pessoal, entre o orante que pouco a pouca se transforma em oração e oblação, assim como o Mestre Jesus, na atitude contínua de asculta. O mandamento de ‘orai sem cessar’ constitui o elemento propulsor de toda a prática contemplativa e mística do cristianismo e dá em modalidades variadas, desde a reclusão total em vista da oblação silenciosa da própria vida pela Igreja até as práticas contemplativas alicerçadas no contato com o pobre como modo de amar o Cristo no sofredor, pela contemplação de Seu Rosto Desfigurado. De todo modo, a meta contemplativa é a configuração do fiel ao Cristo, mediante a aproximação progressiva à Sua Palavra que se encarna e segue viva no Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja (comunhão dos discípulos de Cristo de hoje e de sempre)!

(texto informado pelo autor Marcio Henrique Pereira Ponzilacqua)

MARCIO HENRIQUE PONZILACQUA

A meditação e a contemplação no âmbito da tradição cristã

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 Congresso Nacional de Meditações Online

de 15 à 20 de outubro de 2018. 

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